A alopecia androgénica ou androgenética é o tipo de queda de cabelo mais frequente entre a população masculina, embora as mulheres também possam ver-se afetadas pela mesma. Caracteriza-se pela perda progressiva de cabelo na zona das entradas que geralmente, a partir dos 40 anos, estende-se à área da coroa. Sabe-se que este tipo de alopecia tem uma elevada componente genética, e é esta predisposição genética que afeta o comportamento da hormona testosterona, tipicamente masculina, e a responsável pela presença de uma enzima, a 5-alfa-redutase, dois elementos que atuam, por assim dizer, em tandem para provocar a perda de cabelo. Mais especificamente, esta enzima transforma a testosterona em di-hidrotestosterona (DHT), que está, por seu turno, encarregue da redução do número de folículos pilosos, o que desencadeia uma série de processos (rigidez das membranas do couro cabeludo, minimização da estrutura folicular, debilitamento dos novos cabelos, etc.) que, por último, resultam na alopecia.

Este complexo processo foi objeto de uma intensa investigação sobre a alopecia, fruto da qual resultaram descobertas tão importantes como o finasteride, um fármaco oral que atua como bloqueador da 5-alfa-redutase, impedindo a transformação da testosterona em DHT e, portanto, evitando a atrofia do folículo piloso que provoca este tipo de alopecia.

A eficácia deste fármaco está cientificamente comprovada e a satisfação dos pacientes que seguem o tratamento foi amplamente corroborada. No entanto, uma das dúvidas mais frequentes que surgem às pessoas que consideram recorrer a esta solução contra a alopecia refere-se aos possíveis efeitos secundários do finasteride. Especificamente, nalguns casos – menos de 2 % – os pacientes podem sofrer uma disfunção erétil, diminuição da libido ou diminuição da quantidade de esperma.

Neste sentido, e dentro da atividade de investigação que a Svenson leva a cabo relativamente aos avanços contra a alopecia, um estudo, dirigido pelo doutor Nicolás Pérez Mora, assessor médico e científico desta empresa, analisou a relação entre o uso continuado deste fármaco e o aparecimento da disfunção erétil, a diminuição do desejo sexual e a redução da ejaculação.

As conclusões desta investigação, publicada na prestigiada revista SkinMed Journal, demonstraram que a incidência da disfunção sexual nos pacientes submetidos a uma terapia para combater a alopecia à base de finasteride 1 mg durante um período de 2 a 5 anos é muito semelhante à apresentada pela população em geral de homens que se encontram no mesmo intervalo etário que os pacientes estudados.

Estas novas evidências sobre os possíveis efeitos secundários do finasteride 1 mg representam uma boa notícia para as pessoas que estão a ponderar a possibilidade de se submeter a esta terapia, cujos efeitos são visíveis 3 a 5 meses após o início do tratamento.

Compartilhado →