6a0120a4f39648970b014e5f6095a5970c-320wiConhecidas
como
 A
Tinha
, as
infeções por fungos no cabelo podem afetar pessoas de todas as
idades
,
mas sobretudo crianças até à puberdade, podendo causar graves
incómodos a quem é contagiado por este tipo de problemas capilares,
que também pode afetar a pele do corpo e as unhas. 


Estas
infeções são produzidas geralmente por um tipo de fungos
conhecidos como
 Dermatófitos,
que se reproduzem principalmente na
 epiderme 
que esta contém
queratina,
uma proteína muito rica em enxofre. O contágio produz-se através
do contato direto com gatos ou cães que estejam infetados ou também
através de elementos como escovas, chapéus, costas de assentos,
almofadas ou por andar descalço em solos contaminados pelos fungos.


Os
sintomas mais comuns que permitem detetar, neste caso, os fungos no
cabelo podem ser: manchas avermelhadas, com certa descamação no
couro cabeludo, que depressa podem formar pontos com pus e o
aparecimento de crostas amarelas, à medida que avança a infeção.
Perda de cabelo ou grupos de pelos como se tivessem sido cortados
rentes ao couro cabeludo ou grupos de cabelos que caem facilmente se
se puxam. A infeção também se pode alastrar até ao pescoço e
rosto e produzir inflamação dos
gânglios
linfáticos
,
significando febre, dor de cabeça ou vómitos.


Para
se desenvolver, esta doença do couro cabeludo necessita de aspetos
como calor e humidade excessivos, alimentação inadequada e falta de
higiene.
 Por
este motivo, para a tratar é importante manter a pele limpa e seca e
ter uma higiene corporal completa
.


O
tratamento também se faz acompanhar pela
 utilização
de fármacos por via oral e de medicamentos por via tópica.
 Os
peritos insistem que a aplicação de loções ou champô diretamente
na zona afetada não é suficiente, pelo que é importante
combiná-los com medicamentos como
 griseofulvina, itraconazol,
entre outros.


Assim
que se sentirem os sintomas é aconselhável visitar o dermatologista
ou

um dos 
centros
especializados
 no
cuidado do cabelo
,
para começar o tratamento a tempo com o intuito de evitar que a
doença se propague a outras partes do corpo. Recomenda-se sempre
contactar especialistas que poderão realizar um diagnóstico
adequado a cada caso.

Foto: Paulo Ordoveza

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