A luta contra a alopecia e a investigação destinada a estudar as suas origens sofreu avanços notáveis nas últimas décadas. Cientistas, clínicas capilares e médicos especialistas concentram-se cada vez mais não somente em conhecer as suas origens como também em encontrar novas formas  de combatê-la.

Entre as novidades sobre as origens da alopecia e maneiras de moderá-la, pode-se realçar actualmente:

·    Investigação com células estaminais

Os investigadores descobriram que no desenvolvimento e funcionamento do folículo capilar intervêm milhares de genes e que se pode prognosticar a predisposição de um indivíduo para o desenvolvimento da alopecia. Actualmente existe a prova do Teste Genético Capilar que permite determinar a presença ou ausência de uma variante específica no gene receptor de androgénios.  Um resultado positivo significa que o paciente tem a variante genética de alto risco, isto é, tem 80% de possibilidade de sofrer de alopecia, enquanto que um resultado negativo significa que tem até 90% de probabilidade de não ser afectado por ela. 

  • Finasteride e minoxidil

Partindo do princípio que não existe no mercado nenhuma loção capilar para crescimento de cabelo que elimine totalmente a alopecia, o uso dos fármacos finasteride e minoxidil podem ser uma grande ajuda. A combinação ou não dos dois medicamentos, assim como também o êxito nos seus resultados, depende de cada indivíduo. São dois medicamentos que podem ser complementares e que se administram e actuam de forma diferente. No caso do finasteride este é administrado via oral e trata-se de um bloqueador da enzima 5-alfa redutase de Tipo 2 que intervém na regulação do folículo piloso. Contribui para o aumento da densidade do cabelo e para a redução da sua queda. Deve ser tomado diariamente e os seus resultados poderão ser vistos a partir de 3 ou 6 meses. As mulheres com alopecia não podem usá-lo por causa dos riscos em caso de gravidez. Em relação ao minoxidil trata-se de uma loção que se aplica localmente nas zonas afectadas do couro cabeludo. Os peritos ainda não conhecem qual é o mecanismo que a faz actuar, mas sabe-se que trabalha como estimulante do crescimento dos folículos. Deve ser aplicada uma ou duas vezes ao dia, sobretudo depois do banho para aproveitar o facto de o couro cabeludo estar húmido.

  • Novas Descobertas

No ano de 2007, o dermatologista norte-americano George Cotsarellis levou a cabo um estudo em dorsos de ratos que apresentavam feridas para ver o que ocorria com as células estaminais do folículo depois da lesão. Descobriu que em poucas semanas a zona se preenchia outra vez com pêlo. Isto indicou que durante a cura das feridas não se regenera somente pele nova como também pêlo. Cotsarellis descobriu também que os folículos nas áreas calvas do couro cabeludo têm a mesma quantidade de células estaminais que as zonas com cabelo, pelo que afirma que se deve trabalhar nessas células estaminais para as activar, para que criem pêlo.

Por sua vez, o médico especialista em Patologia da Universidade do Sul da Califórnia, Cheng-Ming Chuong, continuou a investigar sobre o papel das células estaminais na regulação e activação do ciclo do folículo piloso e apresentou um modelo sobre o comportamento regenerativo no preenchimento dos folículos pilosos. 

A perita em Biologia molecular e desenvolvimento celular da Universidade de Yale, Valerie Horsley, que lidera o laboratório de investigação que procura definir como é que as células estaminais e outros tipos de células interagem para regular a função das células da pele, confirmou num estudo recente que os sinais das células estaminais localizadas na camada de gordura da pele podem ajudar a estimular o crescimento do pêlo.

O estudo realizado com ratos comprovou que se pode regenerar pêlo o que leva a crer que é possível aplicar novos tratamentos que ajudem a solucionar a calvície tanto em homens como em mulheres se se conseguir que “estas células de gordura na pele possam enviar sinais e estimular as células estaminais latentes na base dos folículos pilosos, para conseguir que o pêlo volte a crescer”, cita uma publicação sobre o estudo no site da Hair Foundation (fundação sem fins lucrativos que difunde informação sobre a queda de cabelo e problemas capilares).

Em Espanha, a alopecia é um problema que afecta cerca de 14 milhões de pessoas e que obriga a que os peritos se mantenham em dia acerca de novos tratamentos para o cabelo e para o seu cuidado.

Os tratamentos Svenson estão direccionados para a luta contra a alopecia com os meios disponíveis mais avançados da actualidade, e sem perder de vista os novos avanços para combater os diferentes problemas capilares. A empresa multinacional espanhola Svenson coloca-os à disposição em todos os seus centros capilares

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