Há já algum tempo que se fala do plasma rico em plaquetas (PRP) como um dos melhores tratamentos para solucionar a perda de cabelo. A este respeito existem já boas noticias, por exemplo: um estudo recente, conduzido pela equipa do Doutor Fabio Rinaldi, dermatologista na Universidade de Milão, onde se investigaram, pela primeira vez, os efeitos do PRP na alopecia areata e onde se obtiveram novos resultados respeitantes à aplicação do plasma rico em plaquetas para o cabelo.

Os benefícios do plasma rico em plaquetas para a saúde são cada vez mais evidentes. Um caso muito representativo é a aplicação de PRP no joelho de Rafa Nadal. É sabido que, tal como outros desportistas de elite, o tenista espanhol recorreu a este tratamento para solucionar os problemas que tinha no joelho e que o afetaram durante algum tempo, e que agora parece que estão finalmente a caminho de encontrar uma solução.


Mas o que é exatamente o PRP? Trata-se de uma amostra de sangue do próprio paciente, da qual, através de um processo de centrifugação, se separa uma parte, que contém plasma e concentrado de plaquetas, ou seja, as células corporais que têm uma maior proporção de fatores de crescimento. Assim, quando injetadas em alguma zona do organismo, dão início, por si mesmas, ao processo de regeneração.

A sua principal função é favorecer, iniciar ou estimular o processo de cicatrização, regeneração ou cura de um tecido danificado. Este procedimento é utilizado em diferentes áreas da Medicina: odontologia, traumatologia, cirurgia maxilo-facial, entre outras. Recentemente, a Agência Espanhola de Medicamentos e Produtos Sanitários (AEMPS) autorizou a utilização terapêutica do plasma autólogo e das suas frações (PRP) como medicamentos de utilização humana para atender a necessidades especiais, sendo que a utilização deste tratamento deve ser sempre feita sob a prescrição de médicos, odontólogos e podólogos.

Voltando à sua aplicação a nível capilar e ao estudo do professor Rinaldi e dos seus colegas, este consistiu em administrar em metade da cabeça, de forma aleatória a 45 pacientes com alopecia areata, injeções de PRP, outra substância (triancinolona acetonida), ou placebo, e este tratamento foi seguido durante um ano. Passado este tempo, os especialistas constataram que nos pacientes a quem fora injetado o PRP, o crescimento do cabelo tinha aumentado significativamente, a sensação de comichão ou ardor tinha diminuído e a distrofia (enfraquecimento do cabelo) era menor.

A Svenson oferece nos seus centros a aplicação de plasma rico em plaquetas: PRP Svenson.

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